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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Cárcere


Visitei meu Jesus no cárcere. Sim! Ele estava gradeado em sua própria casa. Não pude vê-Lo de perto, nem me colocar de joelhos diante de seu corpo eucarístico. Contentei-me com um olhar, ao menos estive diante dEle e disse que O amo.

Não queria! Não esperava! Não imaginava que pudesse acontecer assim! Não é bom ver Nosso Senhor encarcerado. Entretanto pior seria não vê-Lo. Talvez haja uma lição a aprender. Quantas vezes prendemos Jesus em lugares escondidos do nosso interior e impedimos o nosso olhar de refletir o seu amor? Quantas vezes eu O enclausurei dentro de mim sem olhar para Ele e sem deixar que os outros O vissem em mim? Quantas vezes eu criei grades que separaram Jesus da minha vida, que  tentavam impedi-Lo de se aproximar de mim?

As coisas não acontecem por mero acaso. Sempre vale a pena refletir!

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"Visite Jesus no tabernáculo espiritualmente, quando você não pode fazê-lo pessoalmente."
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Espinho

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"O menino bobo chora e esperneia quando a mãe carinhosa lhe espeta um alfinete no dedo para lhe tirar o espinho que lhe encravou... O menino ajuizado, talvez com os olhos cheios de lágrimas
– porque a carne é fraca –, olha agradecido para a sua boa mãe, que o faz sofrer um pouco para evitar maiores males.
– Jesus, que eu seja menino ajuizado"

(São Josemaria Escrivá – FORJA, nº 329)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Eles vêm e vão... enquanto nós ficamos

Esse post é especial. Fala de umas criaturinhas que andam pela minha cabeça essa semana. Muitos já entraram e saíram da minha vida desde que comecei aqui no trabalho. Falo dos nossos bolsistas.

Quando comecei, as pessoas com as quais mais convivi foram os bolsistas (que muitas vezes chamamos de estagiários). Não sei se por me identificar com eles, ou pelo meu jeito forever young, I wanna be forever young, só sei que eu parecia mais um deles do que uma funcionária. Lembro (e me divirto contando) do dia que uma descobriu que eu não era bolsista, mas sim funcionária. Foi muito engraçado! Eu era tão próxima deles que ninguém notava. Fui confundida várias vezes. E sempre curti isso. Tudo bem que perdia uma certa "imposição de respeito", mas quem liga? Eu nunca me importei.

Hoje isso já não acontece mais, não sou mais recém chegada e "os meninos", como costumamos chamá-los, já não me confundem mais. Hoje recebo currículos e acompanho processos seletivos quando é o caso, já entrevistei candidatos e já recepcionei selecionados, apresentando tudo e todos.

Eles chegam, aprendemos a conviver com eles, ensinamos algumas coisas, trocamos experiências, crescemos juntos e, sem mais nem menos, chega uma hora que eles partem. Sentimos as despedidas, mas sabemos que continuarão crescendo e isso nos conforta. Afinal, esse é nosso objetivo: que eles voem. Nosso papel é ajudar na formação, contribuir nos primeiros passos profissionais, fazê-los crescer, fortalecer suas asas e deixá-los ir quando chegar a hora.

Esse mês completo 5 anos de casa (parece que foi ontem) e os bolsistas continuam indo e vindo, essa semana mesmo nos despedimos de um. Claro que sentimos sua partida (até pq esse era membro do clã*), mas ao mesmo tempo nos alegramos em saber que foi para algo melhor, que vai permitir outras experiências e mais crescimento ainda. Foi bom, como sempre é em cada despedida, ouvi-lo dizer que aprendeu muita coisa aqui. Se esse lugar não servisse para ensinar algo não valeria a pena existir.

E tem outra coisa muito boa nisso tudo. O tempo passa e (viva a internet!) a gente vê até onde chegaram e onde mais podem chegar. Ficamos sabendo das formaturas, do sucesso profissional, do amadurecimento pessoal (É! Tem gente que já é até mãe.), das viagens, das aventuras. É bom quando eles partem, mas não partem tanto e a gente ainda esbarra com eles pelos corredores, pelo campus, pela vida. É bom quando eles aparecem para pegar um documento ou fazer uma visita! É bom quando a gente se fala pelo facebook (Sim! Nessas horas amo muito o Facebook!). Enfim, é bom saber que eles levam um pouco de nós e deixam um pouco de si aqui conosco.

Hoje chegamos ao ponto de formar uma família com essas pessoinhas da atualidade, ao ponto de nos tratarmos como irmãos porque temos uma mãe aqui que sai adotando todo mundo. E quando entra para esse status fica ainda mais difícil desapegar, tanto que tem gente que já saiu, mas volta e meia está por aqui (né, Monique? rs).

Bem... para encerrar o post antes que eu fique ainda mais sentimental, uma foto do ano que entrei, com os primeiros bolsistas que conviveram comigo. Turminha super querida.


 Todo mundo com carinha de bebê! Nem vou falar que a pessoa que pensou que eu também era bolsista está nessa foto. hehehe

Que venham mais! E que eles também voem qualquer hora dessas.

OBS: Eu não digo que amo essas criaturinhas? A escrita desse post foi subitamente interrompida pela chegada de dois deles que logo iniciaram uma longa conversa sobre os mais diversos assuntos, passando de um para outro, de coisas sérias a enormes futilidades. E que nos fizeram das boas risadas.

                                              
* Piada interna - aqueles que não convivem conosco provavelmente não vão entender. Desculpem usar, mas é necessário. rsrs

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

No cinema e na TV


De volta, depois de muito tempo, para falar de cinema.
E a dica é GRAVIDADE. Sem spoilers? Ok! Posso dizer que é possível fazer um bom filme com apenas dois atores e muitos efeitos especiais. Perdi o fôlego várias vezes, mergulhei fundo na obra e sentia como se fosse eu lá, flutuando no espaço. Os dois atores são uma ótima combinação: Sandra Bullock e George Clooney. Vale a pena assistir. Não vou comentar mais para não atrapalhar aqueles que preferirem correr no cinema antes que saia de cartaz, mas como o filme valeu para além dos efeitos especiais, deixarei aqui as palavras da Sandra Bullock sobre a experiência:
"E percebi que a vida é tão repleta de barulhos, de tecnologia e coisas acontecendo, que não temos mais silêncio e solidão. Então eu acho que foi muito bom para mim, porque vi que há várias coisas que não importam e nas quais eu não devo pensar mais. No final das contas, fico feliz por ver o Sol brilhando, por poder falar com as pessoas e me relacionar com elas. Então, foi uma experiência difícil, mas, provavelmente, uma das melhores experiências que já tive"
Vale pensar em como lidamos com o silêncio. Fica a dica!
 

E essa semana também teve “O Turista” na TV. Às vezes a Globo quebra o nosso galho e coloca coisas legais no ar. E lá vamos nós para outra dupla dinâmica: Angelina Jolie e Jhonny Deep. Mas nesse caso com um elenco vasto.
 
E o que falar sobre ele? Instigante!
Gostei! Divertido e desafiador ao mesmo tempo. Confunde o expectador e prende a atenção.

O mais legal de ver os dois filmes na mesma semana foi notar o quanto são diferentes e parecidos. No fim o jogo que eles fazem é o mesmo. Mas para entender que jogo é esse só vendo os filmes.
 
 
Dica dada! Divirtam-se!